terça-feira, 16 de setembro de 2025

Nossa flora: Palmito Juçara

                  Palmito Juçara                         

                                                                      

O palmito juçara (nome científico Euterpe edulis) é uma iguaria tradicional da culinária brasileira, muito apreciada por seu sabor suave e textura delicada. O palmito juçara é extraído do interior do caule da palmeira juçara, uma árvore típica da floresta atlântica.

Importância ecológica:

Além de seu valor gastronômico, a palmeira juçara tem um papel crucial no ecossistema:

Alimento para a fauna: seus frutos são fonte de alimento para mais de 60 espécies de aves e mamíferos.

Manutenção da biodiversidade: como árvore nativa da Mata Atlântica, ajuda a sustentar o equilíbrio ambiental e a regeneração da floresta.

Ameaças e conservação: Devido à extração ilegal e insustentável do palmito, a palmeira juçara foi levada à beira da extinção em várias regiões.

Hoje, a espécie é classificada como ameaçada de extinção, segundo listas do IBAMA e da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza).

O palmito juçara é mais do que um ingrediente saboroso — é parte essencial da rica biodiversidade da Mata Atlântica. Conhecer sua origem e impacto ambiental é o primeiro passo para fazer escolhas mais conscientes. Ao valorizar produtos sustentáveis e apoiar práticas de conservação, contribuímos diretamente para a proteção dessa espécie tão importante.

Fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/I%C3%A7ara_(palmeira)

Por Maria Luísa Floriano e Breno Roberto, 903. 


Plantio de palmito juçara em maio de 2025, turma 809.


Plantio de palmito juçara em maio de 2025, turma 807.




Plantio em setembro e outubro de 2025, com estudantes argentinos.

Plantio em outubro de 2025.


Nossa flora: Espada de São Jorge

Espada de São Jorge

Em Geral: A "espada-de-são-jorge" é uma planta herbácea originária da África, conhecida por suas folhas longas, rígidas e pontiagudas, que crescem verticalmente e possuem padrões de listas mais claras. É uma planta fácil de cuidar, que se adapta a ambientes internos com pouca luz e é valorizada na decoração e em crenças populares e religiosas por trazer proteção, purificar o ar e atrair boas energias.

  • Aparência: Folhas verdes escuras com manchas horizontais mais claras, em formato de espada
  • Tamanho: Pode atingir até 1,50 metros de altura, dependendo das condições de cultivo. 
  • Originária da África Ocidental, mas popularizada em todo o mundo, acredita-se que a planta afasta mau-olhado e energias negativas, na Umbanda e Candomblé, simboliza a espada de Ogum, um orixá guerreiro. No catolicismo, representa o santo que derrotou um dragão com sua lança. Conforme o Feng Shui, colocar a planta na entrada da casa ajuda a bloquear energias negativas e atrair boas vibrações. É considerada uma planta que purifica o ar e melhora a qualidade do ambiente.

    Fonte: Google IA

    Por Yuri de Araújo, 809.

    Plantio de espadas de São Jorge sob o mural da Leci Brandão em julho de 2025.

  • Nossa flora: Jabuticaba Olho de Boi

    Jabuticaba Olho de Boi

    Nomes populares: Jabuticaba Olho de Boi, Jabuticaba Gigante ou Jabuticaba Coroada.

    Nome Científico: Myrciaria Cauliflora 


    Também conhecida como Jabuticaba Coroada, a jabuticaba Olho de Boi é conhecida pelos seus frutos grandes de casca fina, polpa doce e suculenta. Sua aparência exterior faz referência a estrutura de um olho bovino. Nativa da Mata Atlântica, pode chegar a até 10 metros de altura.


    Consumo:

    Popularmente é consumida in natura, mas pode-se fazer sucos, geléias e licores.


    *Não há muitas informações disponíveis sobre essa árvore na internet*


    Fonte: Google IA.

    Por Maria Eduarda Santoro, 903.

    Plantio de jabuticaba olho de boi em julho de 2025.


    terça-feira, 2 de setembro de 2025

    Nossa flora: Pitanga preta

    Pitanga preta


    Reino: Plantae
    Filo: Magnoliophyta
    Familia: Magnoliopsida
    Classe: Myrtaceae

    A pitanga-preta é uma variedade da mesma planta que dá origem à pitanga comum. 

    Essa fruta tem um sabor adocicado e levemente ácido, sendo consumida ao natural ou usada em sucos, doces, sorvetes e geleias. Além de saborosa, é rica em vitaminas e antioxidantes, o que traz benefícios para a saúde. 

    A pitanga-preta também é importante para a natureza, pois atrai pássaros e insetos, ajudando na polinização e na preservação da biodiversidade. Além disso, a árvore é muito usada em jardins, já que tem folhas bonitas e cresce bem em diferentes tipos de solo.

    Fonte: https://www.mundoecologia.com.br/plantas/pitanga-preta-propriedades-fotos-e-caracteristicas/#google_vignette

    Por Esther Eduarda, 901.

    Plantio de pitanga preta em julho de 2025.

    Plantio em outubro de 2025.


    Nossa flora: Cambuci

    Cambuci    

              

    Reino: Plantae
    Filo: Magnoliophyta 
    Classe: Magnoliopsida
    Família: Myrtaceae

    O cambuci é uma fruta brasileira e nativa da Mata Atlântica, pertencente à mesma família da goiaba, da pitanga e da jabuticaba. Ele tem um formato bem diferente, lembrando um "disco voador", e o sabor é azedinho, o que faz com que quase ninguém coma direto da árvore.

    Apesar disso, o cambuci é muito usado para fazer sucos, doces, geleias e até cachaça, pois seu aroma é bem marcante. Essa fruta já foi bastante popular no passado, mas hoje é considerada rara, pois a Mata Atlântica foi muito desmatada e a espécie acabou perdendo espaço.

    Uma curiosidade é que o nome "cambuci" vem do tupi-guarani e significa “pote ou vasilha”, justamente por causa do formato do fruto. Além disso, existe até um Festival do Cambuci em São Paulo, criado para valorizar a fruta e incentivar a preservação dessa árvore tão importante para a cultura e biodiversidade brasileira.


    Fonte: https://saude.abril.com.br/alimentacao/cambuci-fruta-nativa-e-rica-em-compostos-beneficos-a-saude/

    Por Esther Eduarda, 901.


    Plantio de cambuci em maio de 2025, turma 808.


    Nossa flora: Grumixama

                                 Grumixama 

                                

    Grumixama a cereja do norte (Nome científico: Eugenia brasiliensis)

    Reino: Plantae 

    Filo: Magnoliophyta
    Classe: Magnoliopsida                                                                                   
    Familia: Myrtaceae

    A Grumixama (Eugenia brasiliensis), também chamada de grumixaba, cumbixaba ou ibaporoiti, é uma árvore nativa da Mata Atlântica, encontrada do sul da Bahia até Santa Catarina. Seu nome vem do tupi antigo e significa “fruta que aperta na boca”. Mesmo sendo uma árvore resistente, ela está ameaçada pelo desmatamento e hoje é considerada uma espécie vulnerável.

    Essa planta pode ser um arbusto ou árvore, chegando de 3 a 6 metros em áreas abertas e até 15 metros em florestas densas.  As suas folhas são bem densas, permanecendo verdes o ano todo.

    Em resumo, a grumixama é uma árvore com frutos muito gostosos e doces quando maduros, mas que infelizmente sofre com a perda do seu habitat natural. Por isso, precisa ser preservada para que continue fazendo parte da nossa biodiversidade.


    Fonte: https://www.jardineiro.net/plantas/grumixama-eugenia-brasiliensis.html

    Por Esther Eduarda, 901.



    Plantio de grumixama em maio de 2025, turma 806.


    quarta-feira, 20 de agosto de 2025

    Nossa flora: Araçá Vermelhinho

    Araçá Vermelhinho

     araçá-rosa 

     Psidium cattleianum

    A araçá-vermelho é uma fruta redonda, de casca avermelhada quando madura, macia, com cerca de 4 cm de diâmetro e com peso frequentemente menor que 20g. Sua polpa é firme e suculenta, e apresenta sabor ácido e adocicado, uma fruta de sabor muito equilibrado.

    É possível encontrar flores entre junho e dezembro, com frutos amadurecendo entre setembro e março, sendo muito procurados por pássaros. As sementes tem alta viabilidade, mas o desenvolvimento da planta é lento.

    O araçazeiro é uma árvore que mede entre 3 e 6m, com copa irregular rala e troco tortuoso de casca lisa e descamante em placas finas e irregulares, típica da família a qual pertence (Myrtaceae), presente na Mata Atlântica.

    Foi muito cultivada em pomares, mas com o desmatamento e a mudança de hábitos nas cidades, com as pessoas vivendo em locais cada vez menores, sem quintais, contribuiu bastante para sua escassez.

    Usos gastronômicos:

    Os frutos são consumidos in natura e na forma de suco, geleias e sorvetes.

    Fonte: https://slowfoodbrasil.org.br/arca_do_gosto/araca-vermelho/

    Por Maria Eduarda Santoro, 903.

    Plantio de araçá vermelhinho em julho de 2025.

    terça-feira, 19 de agosto de 2025

    Nossa flora: Araçá-Boi

    Araçá-Boi


     Nome Popular: Araçá-boi

    Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical

    Ciclo de Vida: Perene

    Altura: 2.4 a 3.0 metros3.0 a 3.6 metros3.6 a 4.7 metros

    Família: Myrtaceae


    O araçá-boi (Eugenia stipitata) é uma planta arbustiva, nativa da região amazônica, ainda pouco conhecida no Brasil e no mundo, mas de frutos saborosos e alta produtividade. Da mesma família da jabuticaba e da pitanga, o araçá-boi é bastante ramificado e frondoso. 

     Após a polinização se formam os frutos, que são do tipo baga, globosos, de tamanho grande, suculentos, perfumados e ácidos, de casca fina e amarela quando madura. Cada fruto pode pesar de 200 a 400 gramas e conter de 4 a 12 sementes.

    Os frutos do araçá-boi tem um aroma delicioso e são macios, com uma rica polpa. No entanto, devido à elevada acidez da fruta, não é muito consumido in natura. Apesar disso, rende deliciosas vitaminas e sucos, preparados com água, leite ou iogurte e é muito visado para a confecção de geleias, compotas, sorvetes, mousses, picolés e sobremesas em geral. Por ser muito perecível, é difícil transportar ou armazenar o fruto fresco. Assim, torna-se uma raridade em pontos de venda. Já a polpa congelada é produto muito mais fácil de encontrar e um produto de exportação crescente.

    Fonte: https://www.jardineiro.net/plantas/araca-boi-eugenia-stipitata.html

    Por Maria Eduarda Santoro, 903.

    Plantio de araçá-boi em julho de 2025.


    terça-feira, 5 de agosto de 2025

    Nossa flora: Cabeludinha

    Cabeludinha

    Nome científico: Myrciaria glazioviana (Myrtaceae).

    Arbusto de 2m à 4m de altura com copa frondosa e compacta. Folhas verdes, coriáceas, com 6 á 11cm de cumprimento. Flores brancas, frutos amarelados, redondos e felpudos.

    Aspectos Ecológicos: As condições favoráveis ao bom desenvolvimento e frutificação são: clima ameno a quente, solos férteis ricos em matéria orgânica e boa disponibilidade de água durante o ano. A propagação é feita por sementes e por enxertia. O florescimento ocorre no período de maio a junho. 

    É uma espécie frutífera e por isso atrai grande quantidade de animais, sendo muito útil na recuperação de áreas degradadas. Além disso, por ser uma planta de bela arquitetura, pode ser usada nos trabalhos de paisagismo de praças e jardins.

    *estamos usando essa e outras plantas para revitalizar a fauna e flora do colégio, sendo essa fauna com plantas nativas de nossa região*

    Fonte: https://share.google/n2eqTqgSFxM9e8q5X


    Por Maria Eduarda Santoro, 903.

    Plantio de cabeludinha em julho de 2025.

    Plantio de cabeludinha em outubro de 2025.



    domingo, 27 de abril de 2025

    Apresentação

     Plantando cacau (SCII, 2023).


       Caapii em tupi é mato (caa) fino (pii), origem da palavra capim da nossa língua. A sigla, coletivo de agroecologia do Pedro II, representa esse movimento cujo objetivo é revitalizar os canteiros do campus São Cristóvão II, restaurando paisagens com educação ambiental e proporcionando aos estudantes contato constante com a natureza.

    Estudantes plantando feijão-guandu (2016).

         Até 2016 os solos do campus não tinham vida, pois a camada de matéria orgânica - folhas e galhos secos que caem das árvores - era removida, ensacada e descartada como lixo. Tudo mudou quando passamos a cobri-los com esse material, revertendo uma cultura de desperdício que deixa de aproveitar pedagogicamente os próprios recursos. E trazendo vida para o solo!

       Dentro da mata!

         A importância dessas atividades no ensino fundamental 2 pode ser resumida nesse vídeo produzido por estudantes do 7º ano em 2017 (antes da pandemia!). Atualmente, buscamos expandir essa floresta para o campus São Cristóvão II, que tem bem menos espaços com solo, mas um grande potencial para aumentar a biomassa vegetal e a biodiversidade, principalmente nativa, além de promover o uso humano das plantas.

    Produção de mudas (2017).
      
       Recentemente, depois de alguns anos de muitos plantios, resolvemos fazer um inventário da biodiversidade do campus, com flora e fauna, para conhecer melhor o nosso patrimônio natural e usar esse conhecimento nas futuras ações. Por exemplo: nesse mapeamento de espécies, percebemos que as árvores exóticas prevalecem sobre as nativas do Brasil - não tem nenhuma na frente do campus! Logo, é necessário plantar mais delas daqui pra frente. 

    Plantio em SCII (t. 608-2018). 
       
       O Caapii agradece o apoio da direção de São Cristóvão II desde o início do projeto até hoje, em especial pela vinda do servidor Marcelo Sant'Ana para o campus. E também à Propgpec pelas bolsas concedidas aos jovens pesquisadores nos projetos de iniciação científica - veja os banners no fim da página. Abaixo, o nosso patrimônio natural inventariado pelos próprios estudantes, conhecendo aos poucos a natureza do seu território: isso é só o começo! Confira as listas, clique nas espécies e saiba mais!

    Rogério Lafayette, professor de Geografia.

    quinta-feira, 24 de abril de 2025

    quarta-feira, 23 de abril de 2025

    terça-feira, 22 de abril de 2025

    Nossa flora: inventário das árvores do campus São Cristóvão II - 2023/2024

       

         Área do campus São Cristóvão II em vermelho. Fonte: Google.


    Clique nas árvores da lista para saber mais sobre as espécies: 


    Setor 1 - Entrada do campus São Cristóvão II, antes do teatro Mário Lago: 

    1 - Amoreira - exótica - plantada no século XX.

    2 - Mangueira 01 - exótica - plantada em 2018/2019.

    3 -  Palmeira Imperial - exótica - plantada no século XX.

    4 - Coqueiro - exótica (in memorian) - cortada por risco.

    5 -  Mangueira 02 - exótica (in memorian) - cortada por risco.

    6 - Mangueira 03 - exótica - plantada no século XX.

    7 - Árvore X ou brasileirinha - planta não identificada.

    8 - Mangueira 04 - exótica - plantada no século XX.


    Setor 2 - Largo de Jabebiracica, travessa Jaider Esbell, alameda Ana Primavesi e rampa da entrada do estacionamento:

    9 - Urucuzeiro - nativa - plantada em 2016 pelos estudantes Gabriel Paulo, Nathan Vieira e Rodrigo de Farias.

    10 - Aroeira - nativa - cresceu espontaneamente.

    11 - Palmito Juçara - nativa - plantada em 2023 por Karla, Rogério e Marcelo Sant'Ana

    12 - Bananeiras - exótica - plantada em ?

    13 - Jambeiro - exótica - plantio associado à ex-diretora do campus Teresa.

    14 - Araçá - nativa - plantada no século XX

    15 - Abacateiro - exótica (in memorian) - morte por doença.

    16 - Amendoeira - exótica - plantada no século XX.

    17 - Mangueira 05 - exótica - plantada no século XX.

    18 - Jaqueira - exótica (in memorian) - cortada (ainda jovem) por risco.

    19 - Mangueira 06 - exótica - plantada no século XX.

    20- Mangueira 07 - exótica - plantada no século XX.

    21 - Amendoeira (Árvore mãe e fornecedora de folhas pro chão) - exótica - plantada no século XX.

    22- Mangueira 08 - exótica - plantada no século XX.

    23 - Mamoeiros - exótica - cresce espontaneamente.

    24- Limoeiro - exótica - plantado em 2024 pela estudante Yasmin Lira.


    Setor 3 - Ladeira que vai para a capela e canteiro esquerdo junto ao muro até a entrada do horto:

    25 - Mamoeiros - exótica - cresce espontaneamente.

    26 - Feijão guandu - exótica - plantado em 2023 pelas estudantes Anita Liberdade e Giovana Martins.

    27 - Cajá manga - exótica

    28- Cafeeiro - exótica - plantado em 2016.

    29 - Caquizeiro - exótica

    30 - Atemoia - exótica - plantado em 2018 pelo prof. João Vaz.

    31 - Cacaueiro - nativa

    32 - Cajá manga - exótica (in memorian) - morte por doença.

    33 - Cajá mirim - nativa

    34 - Pitangueira - nativa - plantado em 2018 por estudantes do 6º ano.

    35 - Cacaueiro - nativa - plantado em 2018 por estudantes do 6º ano.

    36 - Pitangueira - nativa - muda produzida por estudantes do 7º ano, transplantada por Marcelo Sant'ana em 2016.

    37 - Pitangueira - nativa - muda produzida por estudantes do 7º ano, transplantada por Marcelo Sant'ana em 2016.

    38 - Aceroleira - exótica - plantada em 2016.

    39 - Amoreira - exótica - plantada no século XX (in memorian), morte por doença.

    40 - Urucuzeiro - nativa - plantado em 2018.

    41 - Jurubeba - nativa - cresce espontaneamente.

    42 - Mamoeiro - exótica - cresce espontaneamente.

    43 - Taperebá - nativa

    44 - Feijão guandu - exótica (in memorian) - acidente no corte do mato.

    45 - Pata de vaca - exótica

    46 - Aroeira - nativa (in memorian) - tombou com o próprio peso.

    47 -  Pau formiga - nativa

    48 -  Palmeira Jerivá - nativa - plantio associado à professora Marise Maleck.

    49 - Palmeira Jerivá - nativa - plantio associado à professora Marise Maleck.

    50 - Palmeira Jerivá - nativa - plantio associado à professora Marise Maleck.

    51 - Palmeira Jerivá - nativa - plantio associado à professora Marise Maleck.

    52 - Palmeira Leque - exótica - plantio associado à professora Marise Maleck.

    53 - Moringa - exótica - plantado pelos estudantes do Caapii com muda recebida em feira de agroecologia em 2023.


    sexta-feira, 18 de abril de 2025

    Matéria especial

       Em 2015 os estudantes do 7º ano fizeram uma pesquisa sobre árvores nativas do Brasil e algumas delas estão no nosso inventário, ou seja, temos em São Cristóvão II. Na época, nem sabíamos disso, e a maioria delas nem havia sido plantada no campus. Então, resgatamos esses trabalhos porque eles não podiam ficar de fora!

       No setor 1 (entrada do campus) só tem espécies exóticas. No setor 2 (largo de Jabebiracica, travessa Jaider Esbell e alameda Ana Primavesi) temos:

    Maria Eduarda Couñago (702)

    Juliana Costa (709)

     Letícia Souza (706)

     Victor Hugo (706)

     Alécio Alves Júnior (707)

     Jurema (707)

     Letícia Farias (704)

     Pedro Zanetti (706)

     Clara Bastos Ribeiro (707)

     Mel Carolina (707)

    No setor 3 (ladeira que vai para a capela e canteiro esquerdo que vai até o horto), temos: 

     Maria Eduarda (706)

     Larissa Bragança Monteiro (704)

     Miguel de Souza (707)

     Gabriel Valentim (709)

     Lucas Diniz (709)

     Breno Vidal (706)

     Pedro Gomes (706)

     Miguel Fernandes (706)

     João Victor (709)

     Karine Reis (706)

     Thamires Monteiro (714)

     Rafaela Franco (706)

     Rebecca Florentino (706)

     Arthur Gonçalves da Silva (709)

    Arthur Ângelo (706)

     George Xastre (702)

     Hemilly Vitória (714)


    Por Rogério Lafayette.