CAAPII - Coletivo de Agroecologia do Pedro II
Desde 2017 atuando no campus São Cristóvão II no ensino fundamental. Aqui você encontra o inventário da biodiversidade do CSCII feito pelos nossos estudantes e muito mais!
domingo, 11 de outubro de 2026
quarta-feira, 19 de agosto de 2026
O urucum e as pinturas corporais
O urucum é um fruto originário do nosso continente, a América. Há milênios, diversos povos indígenas o utilizam para, entre outras coisas, realizar pinturas corporais. Na atualidade, povos como os guarani-kaiowás usam o urucum para criar pinturas corporais que, para além de sua beleza, carregam profundos significados. Ou seja, não se trata apenas de enfeitar o corpo, mas de representar a conexão com a natureza, os ancestrais, a cultura, a espiritualidade.
Incorporado à culinária brasileira com o nome de “colorau”, o urucum é um exemplo do impacto das tradições e da sabedoria dos povos indígenas para a formação do nosso país. Longe de se tratar de uma imitação das pinturas indígenas, as fotos aqui exibidas mostram estudantes do 8º e 9º ano (2025) em contato com uma planta profundamente conectada à história deste território no qual vivemos, mas que muitas vezes nós não conhecemos. Muito antes de esta terra ser chamada de Brasil pelos portugueses, ela já era habitada por milhões de pessoas, pertencentes a cerca de mil povos diferentes.
O campus São Cristóvão II segue em busca de cada vez mais cumprir o direito de todos nós de saber sobre as culturas indígenas. A Lei 11.654/2008 estabelece que todas as escolas e matérias devem trabalhar história e cultura indígena – além da história e cultura afro-brasileira. No nosso campus temos algumas ações para lembrar a importância dos povos indígenas - e precisamos ter cada vez mais! Seguimos juntos!
Suelen Julio (História/NEABI).
Ficha técnica:
Projeto desenvolvido por Marcos Lima e Rogério Lafayette (Geografia)
Colheita do Urucum: Marcelo Sant'ana
Fotos: Marcos Lima
Estudantes:
André Alves da Silva Júnior
Anna Julia Carvalho Ferreira
Isabelli Luíza da Luz de Moura
Leonan Ramos da Silva
Manuela Camargo Gonçalves da Silva
Maria Fernanda Gonçalves da Silva
Pedro Bezerra de Freitas
Serena Santiago Quintela
segunda-feira, 22 de junho de 2026
2026.1
https://www.instagram.com/p/DYNcfwrlfAp/?img_index=1...
sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
Retrospectiva 2025
Plantio de mudas de espécies nativas (maio de 2025):
https://www.instagram.com/p/DKKuw9-ujQC/
https://www.instagram.com/p/DKJHM_Ds165/?img_index=1
Lançamento do inventário da biodiversidade (junho de 2025):
https://www.instagram.com/p/DKkQE66AGtw/
https://www.instagram.com/p/DKiSpXRRmxF/?img_index=1
Colheita de feijão guandu (julho de 2025):
https://www.instagram.com/p/DL-1WgWqFSt/
https://www.instagram.com/p/DLsgob5RO9g/?img_index=1
Paisagismo no mural da Leci Brandão (agosto de 2025):
https://www.instagram.com/p/DNEVxr1vSfo/?img_index=1
https://www.instagram.com/p/DNBopbOxZ2f/?img_index=1
Tempero na cozinha de SCII (setembro de 2025):
https://www.instagram.com/p/DO9DsH6ETm9/?img_index=1
Primavera de 2025 no campus SCII (novembro de 2025):
https://www.instagram.com/p/DRDR7dNE67w/
https://www.instagram.com/p/DRDEvEcASoB/?img_index=1
Trilha no Costão de Itacoatiara (novembro de 2025):
https://www.instagram.com/p/DRfXmWaAVnR/?img_index=1
Oficina de culinária do feijão guandu (dezembro de 2025):
https://www.instagram.com/p/DSIFWsLDZ2v/?img_index=1
https://www.instagram.com/p/DSDq0nkgeEY/?img_index=1
Pedrinho no espaço verde de SCII (dezembro de 2025):
https://www.instagram.com/p/DSI1uJ2Afex/?img_index=1
Colheita de milho (dezembro de 2025):
https://www.instagram.com/p/DSVo_F9gXTv/?img_index=1
Sementes que seguem crescendo (dezembro de 2025):
https://www.instagram.com/p/DSnhfZ6ASNG/?img_index=1
Estudantes transformam cimento em vida (ao longo de 2025):
https://www.instagram.com/p/DTag4ZykRik/?img_index=1
Estudantes plantam diversas espécies frutíferas da Mata Atlântica no Espaço Verde de SCII (segundo semestre de 2025):
https://www.instagram.com/p/DTiKkthkZl6/?img_index=1
A entrada do campus São Cristóvão II já começou a florescer (final de 2025)!
https://www.instagram.com/p/DURHGZ4gSr7/?img_index=1
segunda-feira, 1 de dezembro de 2025
Receitas de feijão guandu
quarta-feira, 26 de novembro de 2025
Restauração da Mata Atlântica do campus São Cristóvão II
Esther, Marcelo, Maria Eduarda, Breno e Maria Luisa.
No ano passado o CAAPII fez um inventário da biodiversidade do campus São Cristóvão II, que demonstrou, entre outras coisas, que as árvores exóticas prevalecem sobre as árvores nativas brasileiras no campus – assim como em todo o complexo de São Cristóvão.
Dessa forma, para que tenhamos mais vegetação nativa da Mata Atlântica, é preciso que haja um manejo na sua área verde, controlando o avanço das espécies exóticas invasoras e promovendo a introdução e o aumento do número de espécies nativas importantes, como frutíferas que atraem fauna e que ainda são desconhecidas pela maioria da população, como a cabeludinha, o palmito juçara, a pitanga preta e a pitangatuba (as mudas da foto!). Sem precisar deixar de fora plantas úteis de quintais.
Uma oportunidade de repensar o paisagismo local e de valorizar a biodiversidade nativa com espécies da Mata Atlântica de pequeno e médio porte, sempre plantando, atualizando o nosso inventário, pesquisando as plantas nativas do nosso bioma e aproveitando o potencial pedagógico do nosso território, para aproximar os estudantes metropolitanos da natureza e do conhecimento ancestral.
Plantio na alameda Ana Primavesi em outubro desse ano.
terça-feira, 21 de outubro de 2025
Nossa flora: Pitangatuba
Pitangatuba
A pitangatuba (Eugenia neonitida) é uma fruta brasileira nativa da Mata Atlântica e mais encontrada em áreas de restinga. É um arbusto frutífero com características próprias que o diferenciam da pitanga-comum, apesar de pertencerem à mesma família.
Principais características: O fruto maduro é amarelo-alaranjado, alongado e tem a forma de uma pequena carambola com gomos discretos.
Usos e benefícios
Valor nutricional: É uma ótima fonte de vitamina C e outros antioxidantes, o que ajuda a fortalecer o sistema imunológico.
Ação digestiva: Devido à sua acidez, pode auxiliar na digestão.
Benefícios ambientais: A planta serve como fonte de alimento para a fauna nativa, principalmente a avifauna.
Solo: A planta se adapta a diversos tipos de solo, desde que sejam bem drenados e férteis.
Cuidados: Gosta de sol e umidade, mas não tolera encharcamento. A adubação regular e a cobertura do solo com matéria orgânica são importantes.
Curiosidade: a fruta é bastante delicada e se machuca facilmente quando madura, o que dificulta sua comercialização em grande escala e a torna rara fora das regiões onde é nativa. Muitas vezes, só é possível degustar essa fruta cultivando a própria planta.
Fonte: wikipedia.
Por Maria Luísa Floriano e Breno Roberto, 903.
Nossa flora: Jabuticaba
Jabuticaba
Existem várias espécies, sendo a jabuticaba-sabará e a híbrida as mais comuns. A sabará tem frutos menores, enquanto a híbrida frutifica mais rápido. Prefere climas quentes e úmidos, com boa incidência de sol e solos ricos em matéria orgânica e bem drenados.
Nossa flora: Cereja-do-Mato ou Cereja-do-Rio-Grande
Cereja-do-Mato
A cereja-do-mato (Eugenia involucrata) é uma árvore frutífera nativa do Brasil, também conhecida como cereja-do-rio-grande. Pertencente à família das mirtáceas, sua fruta, de sabor agridoce, é comestível e bastante apreciada. Suas flores: A floração ocorre no início da primavera, com flores brancas e delicadas. Suas frutas, são drupas de casca fina, que ficam com cor vermelha a vinho quando maduras. A frutificação ocorre entre outubro e janeiro. A polpa é saborosa e geralmente envolve uma ou poucas sementes. Ela é fácil de ser cutivada, mas cresce em ritmo moderado. Ela prefere um solo com boa umidade, mas não encharcado.
Biodiversidade: Por ser uma espécie nativa da Mata Atlântica e do Pampa, a cereja-do-mato contribui para a diversidade desses biomas.
Fonte: rebotar plantas
Por Maria Luísa Floriano e Breno Roberto, 903.





































