Esta mangueira está localizada no setor 1 (entrada do campus SC2). Foto: Yasmin Vidal, 908.
Desde 2017 atuando no campus São Cristóvão II no ensino fundamental. Aqui você encontra o inventário da biodiversidade do CSCII feito pelos nossos estudantes e muito mais!
terça-feira, 24 de setembro de 2024
Mangueira 01 do setor 1
Nossa Fauna: Gambá
Nossa Fauna: Sabiá-laranjeira
Os Sábias-laranjeira são aves da ordem Passeriformes e pertencem à família Turdidae. Há cerca de 20 milhões de anos atrás, eles migraram da Europa para a América. O nome científico dele é Turdus rufiventris.
- Turdus rufiventris rufiventris (Vieillot, 1818): ocorre no sudeste e sul do Brasil e também na Mata Atlântica do Sul da Bahia. O ventre possui uma cor vermelho-ferrugem, levemente alaranjado bem forte.
- Turdus rufiventris juensis (Cory, 1916): ocorre no nordeste brasileiro. O ventre tem uma cor mais clara que os exemplares do sul e sudeste
Nossa Flora: Alfavacão
Nossa Fauna: Gato
Gatos
O gato (Felis catus), também conhecido como gato caseiro, gato urbano ou gato doméstico, é um animal da Família dos felídeos, muito popular como animal de estimação. Ocupando o topo da cadeia alimentar, é um predador natural de diversos animais, como roedores, pássaros, lagartixas e alguns insetos.
A primeira associação com os humanos da qual se tem notícia ocorreu há cerca de 9.500 anos, mas a domesticação dessa espécie oriunda do continente africano é muito mais antiga.
Seu mais primitivo ancestral conhecido é o Miacis, mamífero que viveu há cerca de 40 milhões de anos, no final do período Paleoceno, e que possuía o hábito de caminhar sobre os galhos das árvores. A evolução deste animal deu origem ao Dinictis, espécie que já apresentava a maior parte das características presentes nos felinos atuais, sendo também o antepassado de linces, jaguatiricas, grandes felinos como tigres, pumas, leões, onças, leopardos e o extinto tigre-dente-de-sabre. A sub-família Felinae, que agrupa os gatos domésticos, surgiu há cerca de 12 milhões de anos, expandindo-se a partir da África subsaariana até alcançar as terras do atual Egito.
Existem cerca de 250 raças de gato-doméstico, cujo peso variável classifica a espécie como animal doméstico de pequeno a médio porte. Assim como cães com estas dimensões, vive entre quinze e vinte anos. De personalidade independente, tornou-se um animal de companhia em diversos lares ao redor do mundo, para pessoas dos mais variados estilos de vida
Curiosidade:
O gato do Egito era reverenciado por diferentes razões. Apesar de os cães serem valorizados por sua capacidade de proteger e caçar, os gatos eram considerados os mais especiais. Isso porque os egípcios acreditavam que os bichanos eram criaturas mágicas, capazes de trazer boa sorte às pessoas que cuidavam deles.
Para homenagear esses deuses gatos do Egito, famílias ricas vestiam os felinos de joias e os alimentavam com guloseimas próprias da realeza. Quando os gatos morriam, eram mumificados. Como prova de luto, os tutores raspavam as sobrancelhas e continuavam a lamentar até que as sobrancelhas voltassem a crescer.
É possível perceber que na arte da época havia muitas estátuas e pinturas com todos os tipos de felinos. Os gatos do Antigo Egito eram tão especiais que aqueles que os matavam, mesmo que por acidente, eram condenados à morte.
Uma curiosidade é que, segundo a mitologia egípcia, deuses e deusas tinham o poder de se transformar em diferentes animais. Apenas uma divindade, a deusa Bastet, que representava fertilidade, domesticidade, música, dança e prazer, tinha o poder de se tornar um gato.
Fonte: https://www.petz.com.br/blog/curiosidades/gato-do-egito/
Matéria feita por: Maria Eduarda Santoro e Davi Vitorino turma: 803.
sexta-feira, 15 de março de 2024
Mangueira
Coqueiro
Os coqueiros são membros da família Arecaceae. E são a única espécie classificada como coco. E é uma planta que pode crescer até 30 metros de altura, e suas folhas 4-6 m de comprimento, com pinas de 60-90 cm. E o seu nome científico é COCOS NUCIFERA.
Existem três subespécies de coqueiros, entre elas: coqueiro anão e coqueiro gigante. Cada uma destas possuem diferentes tamanhos, velocidade de crescimento, tempo de germinação e produção de frutos.
Os solos arenosos normalmente não conseguem segurar os nutrientes por muito tempo, contudo, para serem produtivos, o coqueiro precisa estar bem adubados. Para a adubação dos coqueiros, é aconselhado que se utilize de adubo N-P-K = 20-10-20 na quantidade e periodicidade que é recomendada pelo fabricante. Não se esquecendo de aguar muito bem o seu coqueiro, e necessário muita água; não se preocupe em regar o seu coqueiro com água doce.
FEITO POR: ANNA BEATRIZ E MAYSA VITORIA
Fotos: Acervo CAAPII.
Árvore X ou brasileirinha
Moringa
Árvore à espera de um "soldado da ciência" para pesquisá-la!
Muda trazida pelos estudantes que visitaram a feira nacional de saberes e sabores da agroecologia e economia solidária (evento que fez parte do 12º Congresso Brasileiro de Agroecologia) em 21 de novembro de 2023 e plantada no mesmo dia no setor 3.
terça-feira, 7 de novembro de 2023
Nossa Flora: Bananeira
A musa spp, mais conhecida como bananeira vem originalmente da Ásia. Lá eles cultivam há mais de 4 mil anos. Essa árvore pode produzir de 5 a 15 pencas. Uma curiosidade, a bananeira só pode produzir banana uma vez, após isso, deve ser cortada, dando espaço para outra muda.
A bananeira com todos os seus recursos, pode nos trazer diversos benefícios; entre eles: artesanais, medicinais, alimentícios tanto para animais quanto para humanos e até para remédios veterinários.
As bananeiras dão frutos apenas uma vez e após dar o fruto a árvore e retirada.
Nome científico: Musa spp
Classificação superior: Musaceae
Classificação: Gênero
Classe: Liliopsida
Divisão: Magnoliophyta
Ordem: Zingiberales
Estas são algumas bananeiras localizadas na alameda Ana Primavesi, comparadas a uma pessoa.
Fotos tirada por: Guilherme Lirio (810).
Fontes: memoria.ebc.com.br, cnabrasil.org.br
Pesquisa feita por: Anna Beatriz Matias e Guilherme Lirio (810).
Cajazeira
A cajazeira (Spondias mombin ou Spondias lutea), também conhecida pelos nomes cajazeiro, cajá, cajá-mirim, cajazinha, taperebá, acaiá, acaiaba, acajá, acajaíba, ambaló, ambareira, ambareiro, ambaró, cajaeiro, cajarana, cajá-pequeno, cajazeiro-miúdo, catona, guegue, ibametara, cajá manga, minguengue, moxubiá, muguengo e muguengue , é uma árvore que chega a medir até 25 metros, da família das anacardiáceas, de casca adstringente e emética, madeira branca, folhas imparipenadas, flores aromáticas em grandes panículas e drupas alaranjadas, de polpa resinosa, ácida, comestível e saudável, conhecidas como cajás. O fruto da árvore é chamado de cajá, ambaló, ambaró, cajá-mirim, cajazinha, tapareba, taperebá, taperibá tapiriba ou caju-manga. As palavras cajá e taperebá são de origem tupi. Cajá é a forma vernaculizada de akayá e significa "fruta caroçuda''.
O taperebá, também conhecido como cajá, é uma fruta originária da região amazônica, sendo amplamente cultivada no Brasil, principalmente nas regiões Norte, Nordeste e em outros países da América do Sul.
As vantagens do cajá é a vitamina B regula o metabolismo e previne doenças do sistema nervoso. Já a vitamina C combate os radicais livres responsáveis pelo câncer, envelhecimento precoce e auxilia na prevenção de gripes e resfriados. O ferro presente no Taperebá fortalece o organismo, prevenindo resfriados e constipações.
Curiosidade:Estes não cajas florescente,e começando a crescer.
A madeira dessa árvore é considerada leve e mole e, portanto, fácil de trabalhar. Tanto que é própria para marcenaria e carpintaria, já a fruta da para fazer sucos, nectares e sorvetes e com as folhas de cajazeira também atuam como remédio para tratamento de problemas digestivos, como diarreia, dores estomacais, cólica, prisão de ventre, dispepsia, e muito mais. A aplicação destas ainda pode agir na cicatrização de feridas, cortes, queimaduras e acnes.
Nome científico:Spondias mombin


































